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INVENTO O CAIS

é preciso que a poética esteja à disposição de uma política, num sentido muito mais amplo do que a prática política institucional. É uma política que passa pela política do sujeito, na busca pela liberdade, na procura dessa liberdade, e que ela seja, de algum modo, um modelo para se procurar a liberdade em outro território.Tunga

A CAIS Escola de Arte surge como um espaço de encontro entre formação, criação e escuta, reunindo práticas artísticas, curatoriais e editoriais em uma proposta transversal. Seu campo de atuação se constrói na relação entre sujeito e mundo, experiência e linguagem, repertório e pesquisa, afirmando a arte como lugar de elaboração sensível, pensamento compartilhado e invenção de formas de vida.

A CAIS acolhe artistas e não artistas, pessoas de diferentes trajetórias, interesses e campos de atuação, que se aproximam pelo desejo de investigar, produzir e expandir suas questões por meio da arte. Seus percursos atravessam desenho, performance, cerâmica, intervenção urbana, artes gráficas, gravura, arte têxtil, pintura, fotografia e diálogos com áreas como psicanálise, arquitetura e design. Nesse ambiente, aprender, ensinar e fazer acontecem juntos, em experiências que ativam repertórios, deslocam percepções e favorecem a construção coletiva de novas narrativas.

Como um laboratório em movimento, a CAIS sustenta processos em que criação e reflexão convivem no mesmo plano. Cada percurso se torna uma forma de navegar entre práticas, ideias e modos de habitar o presente, cultivando uma atenção ao outro, ao contexto e ao que ainda pode emergir. Estar à disposição, aqui, é abrir espaço para a alteridade, para a imaginação e para a liberdade como exercício vivo de criação em comum.

Quem faz a CAIS

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Aline Natureza, é especialista em Produção Editorial pela Universidade do Livro / Editora UNESP. Estudou Letras – Português na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Desde 2002, atua como redatora e revisora em editoras, agências de comunicação e produção de conteúdo, e realiza trabalho de revisão e de preparação de materiais didáticos e de textos acadêmicos. Editou e organizou os livros "Escovar a história a contrapelo", "Cervejarias Artesanais de Santa Catarina", "Figueirense 90 anos de glória, amor e paixão", entre outros. Mais informações no site alinenatureza.com
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Kamilla Nunes [Florianópolis, 1988] é artista, editora e curadora, doutora no Programa de Pós-Graduação do Ceart/Udesc. Em 2022 criou o Grupo de Investigações Artísticas IMPOSSIBILIDADE DE ESGOTAMENTO e, em 2024, o Grupo de Orientações em Processos Artísticos e Curatoriais DESVIO. Foi Júri do Programa Residência Artística Delfina Foundation, Londres, ING, UK, 2022 e finalista da 5ª Edição do Prêmio CNI Sesi Senai Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (categoria curador). Foi criadora do Espaço Embarcação em parceria com Mônica Hoff, em Florianópolis [2015-2018]; Curadora Geral do Espaço Cultural O Sítio, em Florianópolis, [2015]; diretora do Instituto Meyer Filho [2010 a 2014]; Criadora e Editora da CAIS Editora desde 2020. Tem como principais temas de pesquisa: arte brasileira contemporânea; a escrita e a fotografia no campo das artes visuais; os espaços autônomos brasileiros, dos anos 1930 até a atualidade; os processos curatoriais nos séculos XX e XXI. Em sua pesquisa artística, busca friccionar campos do conhecimento, como a psicanálise e a literatura. Mais informações no site kamillanunes.com
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